A solidão, que parece ser um privilégio, porque não tem quem se dar satisfações a ninguém, sabe bem até certo ponto, depois começa a pesar. As relações fugidias começam a cansar, são baseadas em sexo, sem sentimento, sem objectivos. A liberdade tão saborosa começa a transformar-se em tristeza, solidão e nostalgia. Os sentimentos congelados no interior avisam do seu limite de prazo. Vamo-nos distraindo com o trabalho, os passa-tempos, os livros, a internet, as saídas, as festas, os amigos, é tudo muito bonito mas não compensa, não substituí sentimentos, paixão, amor! É o nada e do nada nada nasce!
domingo, setembro 10, 2006
Subscrever:
Enviar feedback (Atom)
Sem comentários:
Enviar um comentário